“Como é possível crer que o significado da vida é feito de bens e posses; de poderes e cargos importantes; de superioridade sobre os demais por se ser ‘filho do Rei’; crer que Deus responde ao dinheiro muito mais do que a uma oração quebrantada; e entender prosperidade como algo a ser medido por conquistas materiais — e não colocar o coração em poder-ter e em “ser-alguém” porque se tem poderes ou posses?”
Caio Fábio
O significado da vida.
Com qual líder evangélico você se parece?
Você já parou para pensar com qual personalidade evangélica você tem mais afinidade? Através deste quiz, você dá a sua opinião sobre “frases jargão” de várias pessoas do meio cristão, classificando cada uma delas em diferentes níveis, que vão de “Heresia” a “Unção da Sabedoria”.
Após classificar cada frase, você terá a agradável ou terrível surpresa (só depende de você) de se parecer com David Miranda (IPDA), Bispo Macedo (IURD), Caio Fábio, Ricardo Gondim, Família Valadão (Diante do Trono), Marco Feliciano, Silas Malafaia, Renê Terra Nova, R. R. Soares (Internacional da Graça), ou Estevam Hernandes (Renascer).
Então clique aqui e faça o quiz.
Postagem mordida do Amenidades da Cristandade.
livro grátis [05]
Confissões de um pastor, de Caio Fábio D’araújo Filho
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leia um pedaço da apresentação:
Era uma vez um jovem rebelde, arruaceiro e dissoluto que amava “alucinadamente” as mulheres e fumava maconha e cheirava cocaína no mesmo ritmo que dirigia sua moto — mais do que uma alma perdida, era a promessa de um legítimo cafajeste.
Um dia, esse moço acordou aos gritos achando que estava com uma cobra sucuri enrolada no corpo, mordendo-lhe o braço e inoculando-lhe veneno. Era uma visão, claro, não uma cena real, mas foi como se fosse. Caio Fábio tinha então 19 anos, já estivera perto da morte por acidente ou suicídio, e aquela foi a última vez que, simbolicamente, se sentiu possuído pelo demônio.
No dia seguinte, decidiu, iria nascer de novo: “Vou viver com Jesus e ser um homem de Deus para o resto da minha vida.” Convertido, o jovem acabou se tornando pastor protestante, assim como seu pai, um agnóstico que certo dia, lendo a Bíblia, também se convertera e abandonara tudo, inclusive um próspero escritório de advocacia do qual era sócio o senador Bernardo Cabral, ex-ministro e presidente da CPI dos precatórios.
As memórias que Caio Fábio lança agora encerram mais do que a conversão de uma alma desgarrada que escolheu como referência não um presbiteriano como ele, mas um santo, Santo Agostinho, cujas Confissões pontuam como epígrafes os capítulos do livro, criando um curioso contraponto católico a essa saga protestante.
este livro já chocou muita gente. o autor, pastor amado e odiado por muitos, até dentro das denominações, rasga o peito neste livro e agora, uma década depois, o publica gratuitamente.
leia um trecho da resenha da revista Época durante o lançamento:
[...]
Engana-se, contudo, quem pensa que Confissões do pastor se resume a histórias picantes do passado de Caio Fábio. Um dos principais pontos da obra é o relato de sua conversão. Era uma noite de julho de 1974. Ele acordou aos berros após um terrível pesadelo: uma cobra sucuri mordia-lhe o braço e injetava veneno em seu corpo. À tenebrosa visão seguiu-se a convicção de que deveria tomar novo rumo. “Foi quando abracei Deus. Deus foi o primeiro a me perdoar, o último fui eu.” Embora esteja recheado de anotações pessoais, a autobiografia de Caio Fábio é também um roteiro de alguns dos fatos políticos mais importantes dos anos 90 no Rio.
[...]
Confissões tampouco sonega ao leitor desentendimentos com outros religiosos, como os bispos da Igreja Universal do Reino de Deus. “Um dos piores inimigos da fé é a religião, quando ela trabalha apenas para manter tradições, sem acender chamas de amor a Deus”, afirma Caio Fábio, numa espetada no conservadorismo da Universal.
pegue o arquivo aqui.
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